segunda-feira, 14 de março de 2011

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Construindo...


2009 foi um ano de construção.

Muita teoria aprendida e reaprendida.

A prática foi um prazer e continuará a ter seguimento no dia 5 do ano novo.


O fim de muita coisa que não quero de volta.

Rasgar o que tem de ser rasgado para me libertar ainda mais.
Não me arrependo de cada fragmento que destruí.
A vida é o que eu quiser quando eu quiser.
Tem a cor,a dimensão e o título que Eu lhe der.
Precisamente porque é minha, e está em meu comando.

Não tenho que me justificar a ninguém,não devo desculpas a alguém.
Porque Eu assim quero e assim sinto.
A minha individualidade foi eu que a escolhi.

Sinto-me bem porque sei que o que dou recebo em dobro, em triplo e muito mais.
Consegui este ano realizar os meus objectivos diários fazendo deste ano uma ponte para iniciar a «horas» as minhas realizações.
E...não há segredos para agir.

Adiar a vida e a mudança é um inimigo para a felicidade.

O desapego só se consegue com humildade,perseverança e vontade de arriscar.
Neste mundo há lugar para todos.

Há oportunidades para construir uma vida dentro de outra vida,sendo essa a sua própria,há direito á escolha,para deixar de sofrer por vezes é preciso fazer o que o desconhecido traz consigo.
A vida só por ela já é tudo o que há no seu melhor.
E por isso Sou feliz!
Porque sei que o resto vem e quando vem é a cereja em cima do bolo de chocolate e nata acompanhado com o cházinho de camomila...hummmmmmmm.
Vou deixar aqui algo que escrevi em fase de mudança interior,mudança exterior.

Hoje tenho o meu espaço e o meu espaço dentro de mim e espaço para as pessoas que me acompanham nesta caminhada simples que é ser feliz porque tenho o melhor: a vida,as pessoas,a saúde,o amor,a paz, a alegria e até a tristeza que é um alerta positivo para apenas perspectivar a felicidade.
Não conhecia nada quando decidi experimentar viver com alegria escolhendo o melhor para mim,no inicio confesso que sofri muito em 2007/2008 que passou com muita instabilidade e desespero,com medo de solidão mas ainda bem que me enganei ou melhor ainda bem que sempre fui ignorante pensando que não, que aquilo que sabia da vida chegava e não sei nada,prefiro estar sempre a ser ignorante.

Muito Obrigada a todos!
Meus queridos e fabulosos Pais(obrigada Pai por sempre me incentivares na música,não está esquecida) e familia especialmente á minha Tia -Avó Soledade(por me incentivar a viajar sozinha),amigos especialmente ao Fernando ( pintar é a melhor cura )e ao Paulo (pelas tuas palavras maduras de irmão), á minha querida Patricia(chorei tanto no teu colo e rimos tanto juntas) e ao Guru Arnaldo apesar da distância,á cruz vermelha porque o que dou recebo muito mais em troca e pela oportunidade de poder ajudar quem precisa,ser voluntária permitiu-me conhecer pessoas maravilhosas que sofrem e tem sempre um sorriso a dar,não há melhor força),colegas de curso á Tânia,ao Pedro e ao Jorge,colegas de trabalho,Dr.João Paulo,DrªCatarina,Dr.Vitor e ao Dr.Coutinho pela coragem,pelo amor,pela amizade que me deram e dão incondicionalmente,pelo exemplo e referência que me dão,todos os dias do ano.

Sobretudo obrigada por acreditarem sempre em mim.
Desejo-vos a TODOS o melhor do Mundo e da Vida.

2010 seja um ano tão ou melhor que possível!!

Um abraço apertadinho:-)


I


Entraram no meu Poema

disfarçados de versos

contidos em palavras

são a voz que oiço e atendo


Inspiração e Mito do Ego

defensores dos meus julgamentos

subjectivando a minha cura sem perdão

apontando flechas ao infinito


Cansei de ser o fardo de uma pena

o depósito das frustações alheias

o ombro das tristezas

incompreendida e esquecida


quero libertar-me desse jogo

prender-me ás minhas humildes ideias

Ser a personagem da minha própria pessoa

Ser Pessoa,Andrade,Sophia Mello,Virginia,Oscar,Morrison


Actuar no meu mundo

Ser a minha gramática

Sem sentença que me condene

reencontrar-me com o meu verdadeiro papel neste palco


Ver os mistérios de mim própria

deslizar na caneta

quimicalizar os sentimentos

destribuindo água aos que morrem á sede


Não quero deixar o papel

vazio sem letras

cujo tempo perdeu em cima da mesa poeirenta

que ardeu


não quero ser o vaso vazio

as flores mortas

cujo tempo deu o nome de

Esquecimento...


escrito por mim,Sónia Costa

domingo, 15 de novembro de 2009

És tão bonita mãe.


A mulher que está sempre na minha vida em todos os momentos.
A mulher que não me julga.
A mulher que me aceita e nunca me mente.
A mulher acima de todas as mulheres.
A mais sagrada de todas as mulheres.
Aquela que guardo sempre no meu coração e que lembro todos os dias.
A mulher que me ensinou a amar.
A mulher que deu sentido ás palavras.
A mulher que me ensinou a falar, com toda a sua entrega.
A mulher que me ajudou a olhar o mundo e as pessoas com os princípios mais nobres.
A mulher que me abraçou no sol e na chuva com toda a sua dedicação.
A mulher que me perdoou quando lhe disse palavras duras e tive gestos injustos.
Oh, o quanto me arrependo e culpo e ela perdoa sempre.
A mulher que ainda me ensina a ser mulher e abraça a minha criança.

Amo-te mãe és a minha melhor amiga.

Ensinaste-me a lutar pela felicidade e juntas temos vencido!


Dedico esta página á minha mãe porque tenho muito orgulho e admiração!
Este dia na fotografia foi muito agradável e divertido!
Nós as duas no verão á tardinha a tomar chá, recordando momentos positivos,a rir de muitas situações e assim que se ultrapassa o negativo que também lá passou,ignorando-o.
Nada o vai mudar por isso deixamo-lo partir e vivemos o presente com vontade de viver o que ficou por continuar, agora é Viver e contruir sempre o amor e a paz!

E é tão bom!
Obrigada do meu coração mãe para o teu.


Abaixo um poema que gosto muito de um grande poeta e escritor: Alexandre O'neill.


«Há palavras que nos beijam»


Há palavras que nos beijam
como se tivessem boca.
Palavras de amor,de esperança,
De imenso amor, de esperança.


Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o sono,
Palavras uqe se recusam
aos muros do teu desgosto.


De repente coloridas
entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como na poesia ou o amor.


O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No papel abandonado.


Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

domingo, 6 de setembro de 2009

Princesa Negra











O Porto.
A cidade gótica.

Misteriosa e surpreendente, esta cidade cansa para quem a vê ou com ela se cruza todos os dias mas a sua ausência dá «ressaca».
Há noite.
Um dia banal da semana,tipo 3ª ou 4ª feira.
Uma caminhada.
Na mala, a máquina de bolso e conforme caminho vou encontrando um sítio novo «entre ruelas e calçadas», como diz a canção.
A caminho da Sé ,saco uma foto, o ambiente visto da rua da Vitória junto ao IPF.
Linda e semicerrada a sua luz.
Maravilhosa!
Se fosse poeta saberia descrever a Sé, lugar de onde muitas celebridades são naturais,com todo o seu esplendor.
Quase me arrepia a vista panorâmica para a ribeira de Gaia.
Porto e Gaia, rivais e rudes: as vozes,os risos,os passos,as correrias e até o grito da revolta:
«Ei ó chavalo!» - riu-me,com o bairrismo afectuoso.
Cidade Gótica.
De carro, em direcção ao freixo, visitar uma exposição no Palácio o grande :DALI.
A vista nos jardins recônditos,já ouvi dizer que aquela ponte foi «remediada» algumas vezes.-uma curiosidade apenas.
Nas ruelas em direcção á Vitória existem lojas antiquissímas,o restaurador olex, ainda se vende nas drogarias!
Há quase 25 anos que não via uma tão de perto.A última que vi foi do meu avô.
Que saudades dele.
As caminhadas a pé eram o seu estado de Nirvana.
Reconheço de dele herdei estes «ataques» de caminhar sozinha ,sem pensamentos,projectos,planos,preocupações.
Deixar-me ir com consciência.
De regresso ao centro urbano nem imaginava encontrar uma «senhora »fora do Palácio, a Princesa Negra.
A Lótus Negra é uma loja com verdadeiros trajes de Elite Gótica fica mesmo no coração da cidade no centro comercial de cedofeita.
A caminho de casa surgiu esta personagem.
Não vejo a hora de a tirar da montra e dar-lhe vida.
Deve ter muito e mais para me contar...












Gótico

O